Evoco o passado,a triste lembrança
De um amor perdido,que não volta mais
Vem qual melodia que suave esvazia
Cantando ao violão meus amores carnais
Me encontro solito na beira do fogo
Aquecendo ausências,nas geadas de julho
E as madrugadas de vistas vazadas
Dispersando longe meus restos de orgulho
Me vejo em teus braços contemplando olhares
E a lua relembra o calor dos teus labios
O que tenho eu são os olhos teus
Pregado nos meus sendo eternizados
Desfaz logo o sonho ja era miragem
Mas eu não consigo seu geito esquecer
Sufóco em silêncio,no peito o suluço
Da triste saudade que não sei conter
Ensiste o passado não é por querer
Lembrando um adeus em um pranto de dor
A idéia se encrua nas luzes da lua
Sangrando meu peito nas chagas de amor
E F
A RÒSA NO TEMPORAL
Agóra que eu padeço,em tanta dor
que age por dentro no meu peito abafado
Eu vejo tudo em falsidades de passado
Em fraguementos o teu fingido amor
Hoje mesmo tu sendo uma flor
Num temporal de vida ja formado
vives livre entre os beijos do pecado
Minha iluzão se transforma em rancor
Eu sei que era fingido o que sentias
Era falsa de carinhos e até mentia
E eu te elevei ao pedestal de fada
Mil sonhos tu teras todos fingidos
Eu serei um dos teus amores findos
E teus amores sempre serão o ... nada
E a rosa...desfolhou-se ao temporal.
E F