Aos olhos dos outros
Sou um pobre coitado
De brio abalado
E de bolso "vaziu"
Pois sou seguimento
Vivendo o momento
Que o tempo pariu
Aos olhos dos outros
Minha cara é de brabo
De ar amarrado
Que que posso fazer?
Deus assim me moldou
E na verdade quem sou
Ninguem vai saber
Tem gente que vive
Em regras impostas
Buscando respostas
Em um rumo a esmo
Vivendo envoltos
Aos olhos dos outros
Do que pra si mesmo
Aos olhos dos outros
Sou uma ameaça
Campiando a negacia
Pra um golpe medonho
Tantos que tem intenção
Não praticam a ação
E termina em sonho
Aos olhos dos outros
Não tenho futuro
Vivendo no escuro
Pra luz da razão
E aos que falam de mim
Eu respondo assim
Ninguem paga meu pão
E F
domingo, 28 de fevereiro de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
A LENDA DO TESOURO
Uma estancia no uruguay
Nos idos de antigamente
Um casarão imponete
E um estânciero afamado
Que por falacia ou verdade
Virou lenda na cidade
Ter um tesouro guardado
E um casamento na estância
Duma filha do posteiro
Foi um baita de um entrevero
Tinha gente do povoado
O velho em votos falou
Que o amor que conquistou
Tinha em seu quarto guardado
Tendo a cobiça atiçada
Dois peões ambicioneiros
De planos e olhos ceteiros
Pra numa noite calada
Sairem da escuridão
De dentro do casarão
Com a tal fortuna afamada
Em uma carreta de boi
Seguiram os trez pela estrada
Uma só ansia firmada
No tesouro atentador
Mas ao romper o cadiado
Viram que o ouro guardado
Eram então cartas de amor
Deu até pra dar remorso
No coração do ladrão
Quem não teve uma paixão?
Ou uma carencia de afeto?
Pois devolvendo as lembranças
Anivelaram as balanças
Entre o certo e o incorreto
E o velho sempre esperava
Todo o dia do carteiro
Só um amor de verdadeiro
Numa vida derradeira
E na mesma historia ingrata
Ele relia as mesmas cartas
Como se foçe a primeira
Emerson Fernandes
Nos idos de antigamente
Um casarão imponete
E um estânciero afamado
Que por falacia ou verdade
Virou lenda na cidade
Ter um tesouro guardado
E um casamento na estância
Duma filha do posteiro
Foi um baita de um entrevero
Tinha gente do povoado
O velho em votos falou
Que o amor que conquistou
Tinha em seu quarto guardado
Tendo a cobiça atiçada
Dois peões ambicioneiros
De planos e olhos ceteiros
Pra numa noite calada
Sairem da escuridão
De dentro do casarão
Com a tal fortuna afamada
Em uma carreta de boi
Seguiram os trez pela estrada
Uma só ansia firmada
No tesouro atentador
Mas ao romper o cadiado
Viram que o ouro guardado
Eram então cartas de amor
Deu até pra dar remorso
No coração do ladrão
Quem não teve uma paixão?
Ou uma carencia de afeto?
Pois devolvendo as lembranças
Anivelaram as balanças
Entre o certo e o incorreto
E o velho sempre esperava
Todo o dia do carteiro
Só um amor de verdadeiro
Numa vida derradeira
E na mesma historia ingrata
Ele relia as mesmas cartas
Como se foçe a primeira
Emerson Fernandes
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
NA NUDEZ DO TEU SORRISO
Desponta o dia,me levanto e dou de geito
Mas em meu peito angustiado de lembranças
Brotam saudades e momentos que ficaram
E se tornaram versos puros de esperança
Teu corpo claro como o clarão da alvorada
Abençoada pela mão do criador
Em teus cabelos leva o ouro dos trigais
Que é um brilho a mais aos teus olhos de explendor
Na plenitude da nudez do teu sorriso
Talves preciso me afogar em teus desejos
Nas minhas rimas levo teus olhos guardados
Emoldurados na quietude que te beijo
Desponta o dia,me levanto e dou de geito
Mas em meu peito angustiado de lembranças
Brotam saudades e momentos que ficaram
E se tornaram versos puros de esperança
Teu corpo claro como o clarão da alvorada
Abençoada pela mão do criador
Em teus cabelos leva o ouro dos trigais
Que é um brilho a mais aos teus olhos de explendor
Na plenitude da nudez do teu sorriso
Talves preciso me afogar em teus desejos
Nas minhas rimas levo teus olhos guardados
Emoldurados na quietude que te beijo
PIPÓCA MAGIA E TRANSFORMAÇÃO
Samba enrredo da Academia de Arte JUPOB,carnaval de São Gabriel 2010
Vem comigo pra a venida
Que o enrredo contagia
Pipóca hoje é alegria
Vem com a jupob cai na fulia
Antes de Cristo os aztecas ja uzavam
Em homenagem ao DEUS da água e ancestrais
Nos seus colares e cocares adornavam
Com a flor mais branca utilizada em rituais
No tupy abati-pi-póca
Milho,pele que estoura
E sem demora Colombo então provou
Levou pra Europa e la virou exportação
Pipóca no parque,pula e puxa a diversão
Pipóca na praça,pula e pulsa o coração
No pulsar da bareria,sou academia
Sou jupob sou lobão
No cinema salga o doçê beijo dos amantes
E neste instante vem a força de um abraço
Tal como a atração do picadeiro,adoça
O verdadeiro mundo alegre do palhaço
O homem é igual ao milho da pipoca
Na pedra bruta fica milho sem sabor
No fogo se renasce e se transforma
Da mesma forma que a pipóca vira flor
Letra.Emerson fernandes e Tiago Firrpo Musica:Emerson Fernandes e "Toti"
Vem comigo pra a venida
Que o enrredo contagia
Pipóca hoje é alegria
Vem com a jupob cai na fulia
Antes de Cristo os aztecas ja uzavam
Em homenagem ao DEUS da água e ancestrais
Nos seus colares e cocares adornavam
Com a flor mais branca utilizada em rituais
No tupy abati-pi-póca
Milho,pele que estoura
E sem demora Colombo então provou
Levou pra Europa e la virou exportação
Pipóca no parque,pula e puxa a diversão
Pipóca na praça,pula e pulsa o coração
No pulsar da bareria,sou academia
Sou jupob sou lobão
No cinema salga o doçê beijo dos amantes
E neste instante vem a força de um abraço
Tal como a atração do picadeiro,adoça
O verdadeiro mundo alegre do palhaço
O homem é igual ao milho da pipoca
Na pedra bruta fica milho sem sabor
No fogo se renasce e se transforma
Da mesma forma que a pipóca vira flor
Letra.Emerson fernandes e Tiago Firrpo Musica:Emerson Fernandes e "Toti"
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